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segunda-feira, 6 de setembro de 2010

¡Mira, Qué Surplo!



Estar lejos de casa tiene tantos significados que sería un erro sin igual tentar defínelos. Es un misto de medo e histeria, pero la medida que el tiempo se va paseando las emociones van cambiando y lo que resta es una nostalgia y una soledad.


La gente es tan afectuosa e tan hospitalera que no nos suple la necesidad de cariño y afecto. Es de todo una contradicción que no comprendo, tal vez se fuesen fríos y distantes me sentiría más calmada.


Tiempo para quedar en la cama y empezar una grande jornada en la arte de no hacer nada, simplemente no hay. Como se no fuese suficiente las clases todas ministradas en otra lengua que no la tuya de nacencia, las personas no quedan un minuto a descansar a si e ni a los otros.


Se estoy parada digiriendo las informaciones luego llega un y empieza a conversar tan rápidamente que mi mente mal acompaña. Sé que lo hacen por pura cordialidad, pero me resulta irritante.


Es todo muy bueno y perfecto, pero la imperfección de los míos es mucho más agradable para mí. Los quiero tanto mis amigos, no veo la hora de abrásalos nuevamente.


Lo que les acreciento como punto a favor es el habito de degustar el mate, en todo tiempo encontramos las personas por las calles con sus porongos y garrafas térmicas, pero sus yerbas son de sabor muy fuerte. También las bebidas calientes son baratísimas y los chicos muy hermosos y educados, me pareció que no son como muchos de Brasil, interesados solamente en “ganar” las chicas, tienen ojos bellos y fijos en un objetivo. Estas cosas me agradaran y espero que encuentre otras más para que no desanime en vivir acá.


Hoy es un día de domingo y en la casa al lado están todos charlando, riendo y bebiendo, por tres veces vinieran a llamarme, sin gusto algún tengo que ir…

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Vida Louca, Vida Breve...



Estou a cerca de 2 meses da minha mudança de vida. Os preparativos seguem em ritmo satisfatório, as emoções encontram-se à flor-da-pele e a saudade já começa a importunar. Nem ao menos fui ainda.
Penso nos amigos, penso na família, penso na solidão que me visitará nas longas noites longe de casa, penso até mesmo na falta do meu violão.
Alcançar um sonho não é tarefa fácil, é uma longa jornada até se deparar com sua realização pessoal, mas me impressiono em como até isso me entremete em divagações filosóficas a respeito do sentido da busca, do sentido da vitória ou se apenas se lhe não tem. Tenho procurado não pensar nisso, ainda que nele decaia vez ou outra.
Não são muitos os medos que me tomam, muito maiores são as pré-nostalgias, entretanto não há como não se assustar com a possibilidade de rejeição, com a total mudança na maneira de viver, com a falta de êxito, mas ainda o maior medo que me toma é o da mudança dos que ficam. É fato que tudo mudará, eu também mudarei e é esse desconhecido que me traz histeria, contudo ainda me resulta excitante.

VIDA LOUCA, VIDA BREVE, JÁ QUE EU NÃO POSSO TE LEVAR QUERO QUE VOCÊ ME LEVE!

Sinto-me saltando de um avião, munida com um pára-quedas dos mais frajutos, a possibilidade de se estripar é grande, porém a sensação da queda é inigualável. Há os que preferem a segurança da terra firme, também é acolhedora para mim, mas, sem dúvidas, muito menos instigante que o perigo. Mesmo que se por um momento me fosse permitido ver o final dessa jornada e que se me apresentasse como falha, ainda assim arriscaria. Arriscaria como quem tem fé, como quem a tem na vida, ela que não se mantém uniforme, pois, de louca que é não se contém em si.


Entonces: Vamos hermanos! Viva la vida loca!